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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

EU QUERO MUDAR DE VIDA

Lucas 19:1-10


O maior desejo das pessoas com quem temos nos envolvido é o de mudar de vida.

Muitos estão vivendo cansados, sobrecarregados e oprimidos. Querem desesperadamente mudar de vida, mas não conseguem. Eles até se esforçam, mas sozinhos não conseguem.

Se esse for também o seu desejo, prepare-se porque assim como Jesus transformou a vida de Zaqueu e de milhares e milhares de pessoas, inclusive a minha, irá hoje mudar a sua vida e você sairá daqui feliz, alegre e cheio de esperança!

I – JESUS MUDA A NOSSA VIDA SOCIAL – Lucas 19:3 e 7

Zaqueu era um homem discriminado em sua sociedade pela profissão que exercia: cobrador de impostos. Ele era tido como “pecador” e ninguém o respeitava. Lembro-me do testemunho de um discípulo nosso que antes de ter a sua vida transformada por Jesus, passava pela rua bêbado e depois da sua mudança de vida, ao passar pela rua ouviu uma mãe dizendo para os filhos: “Veja aquele crente, como a vida dele mudou. Por que vocês não fazem o mesmo?”. E você, por que não faz o mesmo, recebendo a Jesus como seu Senhor e Salvador? Faça isso agora e tenha a sua vida transformada!

II – JESUS MUDA A NOSSA VIDA FAMILIAR – Lucas 19:9

A salvação em Cristo alcançou o lar, a casa de Zaqueu pela decisão que ele tomou. A família de Zaqueu foi abençoada pela mudança na vida dele. Quando alguém recebe a Jesus como Salvador, ele é abençoado e essa bênção alcança toda a sua família. Quantas famílias que sofrem por ter pais, filhos, irmãos envolvidos com drogas, crimes, prostituição, adultérios e que gostariam de mudar de vida, gostariam de vê-los transformados. Essa mudança na sua família começa em você! Creia em Jesus e serás salvo, tu e a tua casa, tua família (Atos 16:31)!

III- JESUS MUDA A NOSSA VIDA ESPIRITUAL – Lucas 19:9-10

Após a decisão tomada por Zaqueu de se aproximar de Jesus e recebe-Lo em sua casa, a sua vida espiritual foi transformada. E aquilo que parecia impossível para Zaqueu, conforme o entendimento daquela sociedade, veio a acontecer. Zaqueu teve a sua vida espiritual transformada, foi considerado “filho de Abraão”. Ele que estava sem salvação e perdido, agora alcançou salvação eterna em Cristo!
A Bíblia, a Palavra de Deus, afirma que “sem Cristo, sem salvação” (I João 5:10-13)! Você deseja ter a sua vida espiritual transformada? Não estamos falando de mudança de religião, mas mudança de vida espiritual! Decida hoje viver os princípios do Evangelho de Cristo, receba-O em seu coração, torne-se um discípulo de Jesus e tenha a sua vida transformada!

CONCLUSÃO: Zaqueu desejava mudar de vida e para isso ele precisou se esforçar para vencer a multidão, subir numa árvore e obedecer a Jesus, abrindo a sua casa, o seu coração e a sua vida para Jesus entrar. Você deseja mudar de vida? Então receba Jesus em seu coração como seu Senhor e Salvador!

Lição de Célula Nº 320 – 21 a 27/01/2008 – Ap. Wagner & Pra. Eunice

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Persistir

Antes que o dia termine, cuide para não deixar seus sonhos encostados no canto das lamentações,abandonados ao parecer do impossível.

Não sem ao menos tentar,não sem ao menos idealizar um plano de metas.Triste não é o "não realizar",triste é o abandonar do barco,é nem começar a corrida,é o medo de ter medo,é o não tentar...

Persiste!

Ainda que as lágrimas impeçam a boa visão,ainda que as pessoas digam não,ainda que o tempo mude e o vento sopre para outra direção,ainda assim, o ponto final ainda pode ser reescrito,e é assim que os vitoriosos conseguem conquistar:quando vencem a si mesmos.

Não há segredo, nem mistério,há sim, uma força além do normal,um estado de confiança que ultrapassa as dificuldades,pois quem espera que a vida seja feita de pétalas,acaba se espetando no primeiro espinho,e sangrando desiste, e chorando se lamenta.

Persiste!

Segue esse caminho que você traçou,sabendo que toda montanha tem duas faces,logo depois da cansativa subida vem a descida,se está muito calor, logo vem a chuva,e depois do longo inverno,a Primavera traz o renascer.

O Sol ainda brilha lá fora,mas é preciso sair de casa para senti-lo!Tenha coragem, persiste, ainda que seja noite,amanhã será o seu dia de brilhar!

Paulo Roberto Gaefke

Persistir

terça-feira, 29 de julho de 2008

A filosofia do Sucesso Se você pensa que é um derrotado,você será um derrotado.

Se não pensar quero a qualquer custo, não conseguirá nada.

Mesmo que você queira vencer, mas pensa que não vai conseguir, a vitória não sorrirá para você.Se você fizer as coisas pela metade, você será um fracassado.

Nós descobrimos neste mundo que o sucesso começa pela intenção da gentee tudo se determina pelo nosso espírito.Se você pensa que é um malogrado,você se torna como tal.

Se você almeja atingir uma posição mais elevada,deve, antes de obter a vitóriadotar-se da convicção de que conseguirá infalivelmente.A luta pela vida, nem sempre é vantajosaaos fortes, nem aos espertos.Mais cedo ou mais tarde, quem cativa a vitóriaé aquele que crê plenamente:

EU CONSEGUIREI!

A Filosofia do Sucesso

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Amigo - Que é ligado a outro por laços de amizade. Em que há amizade.

Amizade - Sentimento fiel de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou atração. (Dicionário Aurélio)
Quem é ou tem um amigo ou traz no peito esse sentimento nobre, sabe que a amizade vai muito além da definição de um dicionário.
A amizade é uma espécie de amor fraterno que, quando verdadeiro, só deseja uma única coisa em relação ao amigo: vê-lo feliz. Vê-lo realizar seus sonhos, desenvolver seus potenciais, alcançar suas metas.
E tem como base a troca - de experiências, de anseios, de vida - envolto num clima de fidelidade, confiança e respeito mútuo.
Respeito, inclusive, pelos defeitos, por aquilo que, se não podemos mudar, ao menos podemos relevar e ajudar no que for possível.
Amigo, afinal, é para todas as horas, tristes ou felizes, com grana ou sem grana, para a aventura ou para o tédio.
Feliz Dia da Amizade!

"Amigo é coisa pra se guardar/ do lado esquerdo do peito/ dentro do coração/ Assim falava a canção/ que na América ouvi" nos canta emocionado e com boca trêmula nosso querido Milton Nascimento. Ele sabe que amigo é coisa séria.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

TUDO DIFERENTE

Embora você quase não perceba, está tudo diferente à sua volta.

Aliás, se você não está vendo muita coisa diferente, dê uma paradinha mais

longa hoje diante do espelho.
Quem você vê diante do espelho é a mesma
pessoa de ontem?

Seguramente sua imagem está mudada. Milhares de células novinhas surgiram

há instantes. E não se preocupe com sinais de envelhecimento, algumas

ruguinhas novas não farão mal nenhum. O que importa é o que você vê além

do espelho dos seus olhos refletido.
Você gosta de quem você vê no espelho? Está de bem com essa pessoa?

Reconhece bem todas as pessoas que passeiam por trás dos olhos que você vê

no espelho, enquanto faz a barba pela manhã ou enquanto capricha na

maquiagem, ensaiando o melhor sorriso?

Aliás, quando você ensaia um sorriso, você pensa em quem? Para quem você

daria o seu melhor sorriso hoje? Uma sugestão: escolha todo mundo.

Seu sorriso brilhando nos olhos do maior número de pessoas possível vai

fazer com que você se torne uma pessoa ainda mais bonita do que já é.

Use sua sensibilidade para notar e entender as mudanças que ocorrem a todo

momento no processo da vida. E esteja de bem.

Você é dono do seu tempo... da sua vontade... da sua atitude.

Autor Anônimo

terça-feira, 15 de julho de 2008

Há quem passe pela vida

Os  Outros
 
Graça Craidy
 
Não canso de me surpreender, toda vez que me dou conta do quanto as 
pessoas pensam diferente umas das outras. Do quanto cada olho é único, 
primitivo e original, na labuta de traduzir a própria percepção. Lembro 
da velha fábula dos cegos passando a mão num elefante, cada um 
interpretando o bicho à sua maneira." É fininho e curto", diz o que 
apalpou o rabo. "É redondo e grosso", garante o que tocou a tromba. 
Todos eles certos, do seu ponto de vista, todos parciais, do ponto de 
vista do elefante. Uma questão de onde você coloca a câmera e com que 
repertório avalia o que vê. Se o seu repertório é amplo, cheio de 
olhares guardados, certamente você vai ver muitas coisas, como o Pequeno 
Príncipe do Saint-Exupery enxergava lindos significados num borrão 
mal-desenhado. Se o seu repertório é limitado, você quase sempre vê as 
mesmas coisas. Tudo lhe ronca igual.
Um dia um colega partilhou comigo a sua genial descoberta, que mais 
tarde descobri ser também a opinião do psicanalista Lacan: "As pessoas 
não ouvem, Graça, as pessoas in-ter-pre-tam." Ri muito, na época, e, 
hoje, cada vez que topo com mal-entendidos, me vem à mente a frase dele. 
Mal-entendido, não: interpretação!
 
Por sinal, uma das coisas boas de a gente ficar mais velha é entender 
que boa parte do tempo as pessoas não agem contra seus interlocutores, 
mas simplesmente porque são o que são. Isto é, nada pessoal. O sujeito 
que esbraveja por qualquer dá-cá-aquela-palha, a criatura que não 
devolve sorrisos, o indivíduo que enrijece o corpo na hora do abraço, a 
fulana incapaz de usar aquelas quatro expressõezinhas básicas por favor 
- com licença - desculpe - muito obrigada, me responda sinceramente: o 
problema é deles ou é seu? Claro que é deles! Como diria o Simpson do 
desenho animado: "Não fui eu. Já estava assim quando eu cheguei!"
 
Bem a propósito, o filósofo francês Jean-Paul Sartre alertava: "O 
inferno são os outros". Ora, se todos nós, em algum momento, somos o 
inferno do outro, melhor aprender de uma vez por todas a tourear os 
demônios que nos habitam. E a primeira coisa que a gente devia se propor 
é não ficar ofendido porque o outro pensa diferente. Afinal se cada um 
tem a sua cabeça, única, pessoal e intransferível, deveria inclusive ser 
natural emitir a própria opinião. Não a do outro. E desse respeito mútuo 
e desofendido, quem sabe quantas novas trocas?
 
A verdade, enfim, é uma só: pensar diferente não é ofensa nem desamor. 
Mas, apenas isto: pensar diferente. Entendeu, querido leitor? Ou 
interpretou?

 



--
Postado por aponarte no
Para pensar e sentir em 7/15/2008 02:20:00 PM

Os outros

O Rio
 
 
Livro: *Rosângela*
Rosângela & J. Raul Teixeira
 
    Excelentes ensinamentos nos oferece o trabalho da corrente fluvial que
   avança vencendo distâncias e empeços variados.
 
   A partir das suas nascentes, o rio tudo supera, tudo vence, sem deter-se,
   em face do objetivo a atingir, que é alcançar o oceano, integrando-se no
   grande mar.
 
   Seja o seu leito rochoso, barrento ou arenoso, esteja margeado por
   fertilidade abundante com erva luxuriante ou por pétreas muralhas, segue
   para o seu desiderato : O mar . . .
 
   Não há detritos que resistam a sua força. Nenhuma sujidade é respeitada
   por sua caudal.
 
   Atendendo aos que dele dependem, os humanos, os animais e as plantas,
   abençoa as paragens onde transita, reverdecendo tudo.
 
   * * *
 
   Sentindo a formidável lição do rio caudaloso, encontramos o incentivo
   para que, igualmente, a pessoa não se detenha diante dos desafios e óbices
   que se anteponham à sua marcha.
 
   Busque compenetrar-se, amigo, da corajosa atuação do rio, e viva assim,
   arrostando suas dificuldades, sem abatimento, sem esmorecimento, lutando por
   ultrapassar a si mesmo a cada dia, onde quer que esteja, pois, além de tudo
   isso, quando um ingente esforço do exterior consegue cercear as águas
   fluviais, represá-las, desrespeitando-lhes o fluxo livre, nem aí o rio se
   detém. Converte a sua prisão em força hidráulica e, desafiadoramente, porque
   tem que atingir o seu destino, transformando-se em luz, retirando da sombra
   cidades inteiras, iluminando a vida dos povos.
 
   Ao meditar sobre isso, refletindo o Criador na própria alma, faça o
   mesmo, porque você também tem o destino dos rios : alcançar o imenso oceano
   da evolução, no seio do Universo, superando os limites que o cercam, com
   disposição, empenho e ousadia.
 
 
 

 

O rio

sábado, 5 de julho de 2008

Antes de Querer Mudar o Mundo...Mude-se
de-sePor Fábio Luciano Violin

Com o mercado altamente competitivo, o qual pode-se notar pelo grande número de concorrentes, por promoções de venda cada vez mais agressivas, por clientes cada vez mais exigentes, por menos possibilidades de errar e ainda manter-se no mercado é que surge a necessidade aprimoramento contínuo. Em função destes fatos, cada vez mais se fala em fidelização de clientes, as empresas e, principalmente, os profissionais precisam rever seus conceitos relativos ao modo como lidar com os eventos do dia-a-dia.

É necessário romper barreiras, abandonar as concepções de como a realidade é ou como acreditamos que ela seja. Enxergar onde outros não enxergam, admitir que temos que nos adaptar sempre aos novos acontecimentos e que isto implica em rever constantemente nosso modo de agir e pensar, aprender hoje não se dá pelo acumulo de conhecimento e sim pela capacidade de refinar aquilo que estamos vendo, ouvindo, sentindo na pele e formarmos um modo de agir centrado na necessidade de ser o melhor sempre...mas...Ser o melhor não significa ser melhor que alguém ou alguma empresa...Ser o melhor significa ultrapassar nossos limites.
Complicado?

Pois bem, por onde começar?

O começo se dá pela humildade em admitir que temos muito a melhorar...sempre.

Em seguida, comece a observar outros profissionais de sua área, não necessariamente somente do seu ramo de atividade...mas outros profissionais os quais você considera que sejam bons ou de preferência excelentes...Extrapole e observe outros profissionais não necessariamente que tenham a mesma função que você e verá que existe muito a aprender e que muita coisa pode ser feita
.

Busque conhecimento técnico através de livros, revistas especializadas, cursos, palestras, internet e conversas com outros profissionais. Mas lembre-se, dois pontos são importantes considerar, o primeiro é que existe uma tendência em buscarmos conhecimento apenas de assuntos diretamente relacionados ao nosso ramo, profissão ou dia-a-dia e que perdemos muito ao não considerarmos outras áreas que podem ajudar de forma direta ou indireta na nossa formação e competência, e segundo, nenhum conhecimento é útil se não puder ser traduzido em algum tipo de ação prática que venha agregar valor ao nosso cotidiano.

Não se perca em minuncias que não acrescentam, em geral elas apenas tomam tempo e o resultado final é uma considerável perda do foco.

Avalie-se constantemente e descubra em que evoluiu e em que deve melhorar. Aprenda a se relacionar com pessoas isso definira muito de como as oportunidades e ameaças acontecem em sua vida pessoal ou profissional, lembre-se, por mais delicada que seja a situação sempre existem dois lados e que não necessariamente você sempre está certo.

Escute mais o que seu cliente tem a dizer, e não busque conduzir a negociação ou conversa, primeiro ouça o que ele tem a lhe dizer e somente então lhe dê a resposta. Muitos profissionais se perdem neste ponto, pois, em geral tendem a querer fechar o melhor negócio sob sua ótica e não sob a ótica do cliente.

Tenha um acompanhamento "pós-venda” em todas as suas negociações, não procure o cliente apenas quando quiser vender, faça surgir um relacionamento e não apenas uma transação comercial.

Enfim, são muitos os pontos, e nenhum deles é uma regra, mas servem para mostrar que temos muito a melhorar e que tal intento é possível, basta para isso nos disponibilizarmos e buscarmos os meios para que isto aconteça.

FÁBIO LUCIANO VIOLIN

Mestre em Estratégias e Organizações _ UFPR
Especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico – PUC-PR
Professor universitário, palestrante e consultor de empresas.

Antes de Querer Mudar o Mundo...Mude-se

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Troca de plantão

domingo, 22 de junho de 2008

Muitos dos meus amigos vieram das nuvens,
com o sol e a chuva como bagagem.
Fizeram a estação da amizade sincera,
a mais bela das quatro estações da Terra.

Têm a doçura das mais belas paisagens
e a fidelidade dos pássaros migradores.
Em seu coração está gravada uma ternura infinita,
mas, às vezes, uma tristeza aparece em seus olhos...

Então, vêm se aquecer comigo e você também virá...

Poderá retornar às nuvens
e sorrir de novo a outros rostos...
Distribuir à sua volta um pouco de sua ternura,
quando alguém quiser esconder sua tristeza.

Como não sabemos o que a vida nos dá
talvez eu não seja mais ninguém.
Se me resta um amigo que realmente me compreenda
me esquecerei das lágrimas e penas...

Então, talvez, eu vá até você
aquecer meu coração com sua chama...
Luziane

Amigos...

Que a força do medo que tenho
não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo que acredito
não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito,
mas a outra metade é silêncio.
Que a música que eu ouço ao longe seja linda,
ainda que triste.
Que a mulher que eu amo seja sempre amada,
mesmo que distante.
Porque metade de mim é partida
e a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece
nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
a um homem inundado de sentimento.
Porque metade de mim é o que eu ouço,
mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
se transforme na calma e na paz que eu mereço,
Que essa tensão que me corroe por dentro
seja um dia recompensada.
Porque metade de mim é o que eu penso
e a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste,
que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita em meu rosto
o doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
a outra metade eu não sei..
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito.
E que o teu silêncio me fale cada vez mais.
Porque metade de mim é abrigo,
mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta,
mesmo que ela não saiba, e que ninguém a tente.
Complicar porque é preciso simplicidade
para fazê-la florescer.
Porque metade de mim é a platéia e a outra metade, a canção.
E que minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.

Silêncio...me fale cada vez mais.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Se tivéssemos andado mais depressa


Havia um rapaz que cuidava, com o pai, de um pequeno pedaço de terra. Várias vezes por ano, eles lotavam o velho carro de boi com legumes e dirigiam-se até a cidade mais próxima para vender sua produção. Com exceção do nome e dos cuidados dedicados ao pedaço de terra, pai e filho tinham poucas coisas em comum. O homem mais velho levava a vida de maneira pacata. O mais novo estava sempre com pressa... era "dinâmico".

Certa manhã ensolarada, eles se levantaram bem cedo, atrelaram o boi ao carro e iniciaram a longa viagem. O filho imaginou que, se eles andassem mais depressa, rodando o dia inteiro e a noite inteira, conseguiriam vender a mercadoria no início da manhã seguinte. Com essa idéia em mente, ele cutucava o boi com uma varinha, insistindo para que o animal andasse mais rápido.

- Vá com calma, filho - disse o pai -, para você ter vida mais longa.

- Se chegarmos ao mercado antes dos outros, vamos ter mais chances de conseguir preços melhores - argumentou o filho.

O pai não replicou. Cobriu os olhos com o chapéu e começou a cochilar. Ansioso e irritado, o rapaz voltou a cutucar o boi para que ele andasse mais rápido, mas seus passos continuavam no mesmo ritmo.

Depois de levarem quatro horas para percorrer um trecho de mais de seis quilômetros, eles chegaram diante de uma casinha. O pai despertou e disse:

- Aqui é a casa de seu tio. Vamos entrar para cumprimentá-lo.

- Mas já estamos uma hora atrasados - queixou-se o apressadinho.

- Alguns minutos a mais não vão fazer diferença. Meu irmão e eu moramos tão perto, mas só nos vemos raramente - disse o pai, com voz pausada.

Impaciente e zangado, o rapaz ouviu os dois homens conversarem e rirem por quase uma hora. No restante da viagem, o pai assumiu o comando do carro de boi. Quando eles chegaram a uma bifurcação na estrada, o pai conduziu o carro para a direita.

- O caminho da esquerda é mais curto - disse o filho.

- Eu sei - replicou o pai -, mas este é mais bonito.

- O senhor não se preocupa com o horário? - perguntou o jovem, com impaciência.

- Claro que me preocupo! É por isso que gosto de ver o que é bonito e de apreciar cada momento.

Ao longo do caminho sinuoso, havia lindas campinas, flores silvestres e um riacho de águas formando pequenas ondulações. O rapaz não viu nada disso por estar zangado, preocupado e fervendo de ansiedade. Não chegou sequer ver o lindo pôr-do-sol naquele dia.

No momento do crepúsculo, eles estavam passando por um imenso jardim colorido. Ao sentir o perfume das flores e ao ouvir o borbulho das águas do riacho, o pai parou o carro.

- Vamos dormir aqui - ele disse, com um suspiro.

- É a última vez que viajo com o senhor - vociferou o filho. - O senhor está mais interessado em ver o pôr-do-sol e em sentir o perfume das flores do que em ganhar dinheiro!

- Essa foi a coisa mais bonita que você disse nesse tempo todo - sorriu o pai.

Alguns minutos depois ele estava roncando - enquanto o filho olhava para as estrelas. A noite arrastou-se lentamente. E o rapaz não conseguiu descansar.

Antes do alvorecer, o jovem sacudiu o pai para despertá-lo. Atrelaram novamente o boi ao carro e prosseguiram a viagem. Depois de rodarem quase dois quilômetros, eles avistaram outro fazendeiro - um homem totalmente desconhecido - tentando tirar seu carro de boi de uma vala.

- Dê uma mãozinha a ele - cochichou o pai.

- Para perdermos mais tempo ainda? - explodiu o rapaz.

- Relaxe, filho... você também poderia ter caído em uma vala. Devemos ajudar quem precisa, não se esqueça disso.

O rapaz olhou para o outro lado, zangado.

Já eram quase 8 horas da manhã quando eles conseguiram tirar o carro de boi da vala. De repente, um grande clarão iluminou o céu, seguido de um ruído semelhante ao de um trovão. O céu estava escuro atrás das montanhas.

- Parece que está chovendo muito na cidade - disse o pai.

- Se tivéssemos andado mais depressa, já teríamos vendido toda a nossa mercadoria - resmungou o filho.

- Vá com calma... para ter vida mais longa, para apreciar a vida por mais tempo - aconselhou o bondoso pai.

A tarde já estava terminando quando eles chegaram ao topo da montanha, de onde se avistava a cidade. Eles pararam e ficam olhando para baixo durante um longo tempo. Nenhum dos dois proferiu uma só palavra. Finalmente, o jovem pousou a mão no ombro do pai e disse:

- Agora entendo o que o senhor queria dizer, pai.

Eles deram meia volta com o carro de boi e começaram a afastar-se lentamente do local onde antes existia a cidade de Hiroshima.

Billy Rose
Histórias para o Coração - Alice Gray - Editora United Press



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Quando um ser se purifica e quando se abre à inteligência, ao amor e à vontade superiores, tudo o que é necessário lhe acontece, sejam quais forem os obstáculos aparentes.
Trigueirinho


Conheça e participe do nosso Porto de amigos: http://br.groups.yahoo.com/group/portodeamigos/

Se tivéssemos andado mais depressa

Amigos são estradas

sexta-feira, 13 de junho de 2008


BRILHE!

Você sonha - logo, existe.
Você ouve, vê, sente, pensa - logo, acredita.
Acreditar é a palavra.
Você é. Você está. Você pode. Você faz.
Você melhora. Você dá. Você recebe. Você acrescenta. Você faz a diferença.
Você vai fazer deste um dia especial.
Não se intimide diante de nada.
Sua força está renovada.
O tempo está a seu favor. O dia só está começando.
Concentre-se nos seus objetivos e não perca a chance de tomar sempre a
melhor atitude.
Está em cena aquela pessoa bonita, forte, inteligente, charmosa, generosa
e humilde que está aí dentro você.
Deixe evidente suas qualidades.
Não tenha vergonha de fazer bonito.
Gente é pra brilhar.
Aproveite, o cenário já está pronto.
É só deixar o seu talento fluir.

Autor Anônimo


O MEDO

Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.

Um mágico teve pena dele e o transformou em gato.

Mas aí ele ficou com medo do cão, por isso o mágico o transformou em cão.

Então, ele começou a temer a pantera e o mágico o transformou em pantera.

Foi quando ele se encheu de medo do caçador.

A essas alturas, o mágico desistiu.

Transformou-o em camundongo novamente e disse:

"Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem a coragem de um camundongo".

É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto.

Mas saiba que coragem não é a ausência do medo, e sim a capacidade de avançar apesar do medo.


Autoria: Evandro N. da Mota


Os Patins


Em certa ocasião, havia um menino que tinha admiração por patins.

Era tudo o que ele queria na vida.

Pediu, pediu, tanto fez que um belo dia, eis que conseguiu. Ficou muito feliz com o par de patins, não desgrudava dele um minuto se quer, era dia e noite, o menino e o patins. Só que no primeiro tombo, no primeiro arranhão, ele ficou com medo de estragar os patins e resolveu guardá-los.

Os patins ainda eram a coisa que ele mais queria, o que ele mais gostava de fazer era estar com eles.

Mas ele preferiu apenas ficar olhando e não usar mais para não estragar.

O tempo foi passando e o patins guardado.

Passaram-se anos e o garoto esqueceu os patins.

Então, em um belo dia, ele se lembra, sente saudades e resolve recuperar o tempo perdido. Vai até o armário, revira tudo e finalmente encontra os patins.

Corre para calçá-los e aí tem uma terrível surpresa. Os patins não cabem mais no seu pé.

O menino, acometido de profunda tristeza, chora e lamenta os anos perdidos e que não vai mais poder recuperar.

Poderia sim comprar outro par, mas nunca seriam iguais aqueles.

Assim como o menino da história, são as pessoas.

Guardam sentimentos, com medo de vivê-los, de se machucar e depois, quando resolvem retomar este sentimento, muitas vezes ele já passou de sua melhor fase.

Aqueles patins eram especiais para o menino, eram únicos, por mais que comprasse outro não iria ser igual.

Deixe as besteiras de lado, as brigas, os ressentimentos e viva o amor hoje. O que importa é o presente e ser feliz. Não guarde os patins.


Autor Desconhecido

felicidade não está no lugar onde estamos e muito menos naquilo que temos!

Não tenho carro nem bicicleta. Não tenho sala de jantar nem casa de banho privada. Não tenho telefone nem mensagens escritas. Não tenho electricidade todos os dias nem água potável na torneira. Não tenho uma TV grande nem um aparelhagem de som. Não tenho máquina de lavar roupa nem de lavar loiça. Não tenho banheira nem piscina. Não tenho cinema nem teatro. Não tenho cão nem gato. Não tenho roupa nova nem ténis de marca. Não tenho videogame nem jogos no computador. Não tenho dinheiro a render juros nem acções. Não tenho centros comerciais nem parques de diversões. Não tenho TV cabo nem rádio. Não tenho jornais nem revistas. Não tenho ar condicionado nem ventoínha. Não tenho café nem gelados.
E no entanto, tenho tido os melhores tempos dos últimos anos...
João narciso

     

O pacote de jujubas

Autor: Antonio Pereira (Apon)

 

Tudo começou, quando um pacote de jujubas, foi colocado dentro de uma caixa de primeiros socorros: O álcool absoluto fez um discurso hostil e inflamado contra aquela presença insólita. Indignado, o termômetro elevava a temperatura enquanto o esparadrapo e a gaze aderiam aos impropérios cortantes da tesoura. O anticéptico cobrava a pureza dos elementos daquela caixa, que não poderiam estar misturados com “aquela coisa” doce e açucarada. Já os comprimidos, reclamavam do espalhafato daquelas “bolotas coloridas,” fazendo côro com as críticas arrotadas pelo sal de frutas.

Assim, isoladas em um canto, as jujubas “assistiam” os dias passarem, mantendo-se em silêncio, apesar dos ataques e ofensas recebidos. Certo dia, a caixa foi levada para o carro, a família estava “pegando a estrada”...  Presos num enorme e inesperado engarrafamento, após duas horas sob o sol “berimbalesco” da Bahia, um garoto começou a passar mal: estava lívido, suava frio... A mãe abriu nossa já conhecida caixa de primeiros socorros. Levantada a tampa, lá estavam todos de prontidão para prestar seus prestimosos serviços. Com grande estupefação, viram duas jujubas serem retiradas do pacote e dadas ao menino, que sendo diabético, naquele momento estava com hipoglicemia.

Na vida, como naquela caixinha, ninguém está aqui por acaso, cada um de nós tem a sua importância, o seu momento de fazer a diferença. Não dê ouvidos às ofensas, não se permita desestimular. Muitas vezes, por ignorância, maldade, inveja, medo... Algumas pessoas sentem-se incomodadas com o desconhecido ou, ensimesmadas pela vaidade e o orgulho, tornam-se refratárias ao novo. Faça a sua parte, siga em frente, lembre das jujubas!

 

Leia mais em: http://br.geocities.com/aponarte/

 

O pacote de jujubas

quarta-feira, 11 de junho de 2008

O diálogo dos potes

Havia dois grandes e belos potes que, num canto do quintal, falavam entre si:

- Ah que tédio! Viver aqui, exposto a tudo: sol, vento, chuva, calor... Por mais que eu me proteja, como sobreviverei? Aqui estou, perfeitamente tapado, lacrado para proteger-me e ainda assim sinto-me ameaçado, vazio. Não vejo graça em estar aqui.

 

Tranqüilamente, com amor e humildade retruca o outro pote:

- Veja, me encontro aqui, aberto, nada me protege a boca, ou melhor, o meu interior. Cai a chuva, eu a recebo. Vem o vento, eu o sinto bem dentro de mim. Vem o sol e me leva as gotinhas que retornam para o céu. Vem o novo e eu me torno o sujeito com e ao lado dos outros. E nem por isso me sinto ameaçado...

 

- Ora, grandes vantagens! Seu interior não guarda mais a cor original como o meu, sua cor é cada vez mais diferente. Você não é mais o mesmo!

 

- Sim! E isso me alegra! O meu interior se transforma a cada dia à medida que novas coisas me penetram. Posso sentir cada criatura que me visita e cada uma delas deixa algo de si para mim, assim como deixo para elas, pouco a pouco, minha cor.

 

- É, mas você não tem mais paz. A todo instante você é solicitado. Carregam você todo dia para levar água, ao passo que eu permaneço em meu lugar. Ninguém me incomoda quando se aproxima, já sei que é você que eles querem.

 

- Sim, se solicitam é porque tenho algo a dar e o que dôo não é diferente do que você pode dar. Deixo-me encher pela água que cai da chuva, tanto sobre mim quanto sobre você. Encho-me até transbordar. Outros seres precisam desta água e eu os sirvo. Me esvazio e me deixo encher de novo. Assim minha vida é um constante dar e receber. Enquanto isso, me desinstalo, saio do meu pequeno mundo e vou ao encontro de outros mundos. Já conheci potes diversos, animais, pessoas, tantas coisas e seres! E cada um me fez perceber ainda mais o pote que sou.

 

- Não sei... se continuar assim, brevemente serás um pote quebrado, gasto e, então, do que adiantará tudo isso?

 

- Creio que se me desgasto a cada dia é para ser possível a vida a outros seres. Vejo que o mais importante não é ser um pote intacto, tal como fui feito, mas um pote de valor como estou me tornando.... Se vou durar pouco tempo, se o pouco que viver tiver sentido, se me trouxer alegrias e me fizer sentir cada vez mais o que é um pote, isso me basta...

 

Já era tarde, o sol havia se escondido quando os dois se cansaram de falar. O pote aberto, sentindo-se cansado, logo adormeceu, o que não foi possível para o outro pote, que não conseguia dormir, pois algumas palavras ditas pelo companheiro lhe vinham à mente e não deixavam em paz:

- Participar; despojar-se; transformar o interior; paz; esvaziar-se; deixar algo de si; ser pote; deixar encher; pequeno mundo; desinstalar-se; trabalhar em equipe; escutar mais do que falar; amar; encorajar; avaliar; construir coletivamente; semear; ser feliz.

 

Na manha seguinte, um pote acordava, o outro dormia, porque fora o grande o seu esforço durante a noite para retirar a tampa que o acompanhava há tanto tempo...

 

"Não sei se a vida é curta ou longa demais, mas sei que nada do que vivemos tem sentido se não tocamos o coração das pessoas..."

Maria de Lourdes Lima da Fonseca



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Para pensar e sentir em 11/06/2008 02:15:00 PM

 

O diálogo dos potes

segunda-feira, 9 de junho de 2008

AMIGOS !!!

Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido,
bebericando chá gelado durante uma visita ao seu pai. Ao conversarem sobre
a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa
adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e
lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.

- Nunca esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes na
medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua
família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de
amigos. Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles; faça coisas
com eles; telefone para eles...

Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos
casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e a família que iniciaremos
serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!

Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve contato com seus amigos e
anualmente aumentava o número de amigos. Na medida em que os anos se
passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava. Na medida
em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre um
homem, amigos são baluartes de sua vida. Passados mais de 50 anos, eis o
que aprendi:

O Tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa.
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.
O amor fica mais frouxo.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração se rompe.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.

MAS... os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos
quilômetros estão entre vocês.

Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade,
torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços
abertos, abençoando sua vida!

Quando iniciamos esta aventura chamada vida, não sabíamos das incríveis
alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto
precisaríamos uns dos outros.

Remeta este texto a todos os amigos que ajudam a dar sentido à sua vida.

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'Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão.'
(Salomão - Provérbios 17:17)

 

 

Recebido por e-mail, sem citação de autoria.

 

Amigos

Dicas para viver melhor.

 

Elogie em público e critique em particular.

Ore pedindo sabedoria, compreensão e amor, nunca coisas materiais.

Tenha sempre um aperto de mão firme.

Olhe, delicadamente, as pessoas nos olhos.

Peça desculpa sempre que magoar alguém.

Gaste menos do que ganha.

Perdoe as pessoas que um dia te feriram o coração.

Troque 2h de tv por 30 minutos de leitura.

Seja caloroso, abrace as pessoas que você gosta.

Faça novos amigos e valorize suas antigas amizades.

Saiba guardar segredos, seus e dos outros.

Nunca negue um pedido de desculpas.

Faça seu programa favorito uma vez por semana.

Cuide de sua aparência para que goste do que vê no espelho.

Seja reservado, não torne pública sua vida pessoal.

Celebre a vida, não reclame da saúde e nem do trabalho.

Saiba ouvir, não interrompa as pessoas quando estiverem falando.

Releve palavras ásperas que te disserem.

Aprenda inglês e navegar na internet.

Seja humilde, saiba pedir ajuda.

Beije a sua mãe e diga que a ama.

Surpreenda os que você ama com presentes inesperados.

Responda aos e-mails, aos telefonemas e telegramas que receber.

Aceite sempre uma mão estendida.

Reconheça seus erros e suas limitações.

Diga "Obrigado" sempre que alguém te ajudar de alguma maneira.

Pague suas contas em dia.

Saiba dizer "não".

Dê as pessoas uma segunda chance.

Ame e respeite todas as coisas vivas.

Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado, ou nervoso.

Diga "Eu te amo" sempre q sentir vontade.

Goste do que faz e faça o que gosta.

Jamais prive uma pessoa de ter esperanças e sonhos, pode ser que ela só tenha isto.

 

 

Pense Nisto

 

 

Texto recebido por e-mail, sem citação de autoria.



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Postado por aponarte no
Para pensar e sentir em 8/06/2008 12:16:00 PM

 

Dicas para viver melhor

terça-feira, 27 de maio de 2008

SAINDO DO POÇO

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Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.

 

O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.

 

Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.

 

Por que não desce e vem brincar comigo?  É divertido aqui.  – Convidou o sapo lá embaixo.

 

O que tem aí?  – perguntou o de cima.

 

Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.

 

O sapo da terra suspirou.

 

Amigo, você não sabe nada. Você não tem idéia do que é o mundo.

 

O sapo do poço não gostou daquela observação.

 

Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu?  Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.

 

Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.

 

O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo era verdade.

 

Haveria um mundo maior lá em cima?

 

O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.

 

Por que nunca me disse?  – perguntou o sapinho, desapontado.

 

Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.

 

Eu posso! Eu consigo sair!  – falou o sapinho.

 

E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.

 

Não adianta, filho.  – tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.

 

Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! – chorava o filhote.

 

E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.

 

* * *

 

Um pobre camponês de apenas 8 anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.

 

Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.

 

Pai, estamos em um poço?  – perguntava.

 

Depende do ponto de vista.  – respondia o pai.

 

Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.

 

Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.

 

Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.

 

Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.

 

Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.

 

Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação levá-lo para bem longe.

 

Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida.

 

Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do Mundo.

 

Um dia, ele se tornaria amigo do Presidente e da Primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.

 

Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.

 

Li Cunxin saiu do poço.

 

Cap. 3 do livro

Adeus, China – O último bailarino de Mao,

de Li Cunxin, ed.  Fundamento.

 

Saindo do poço

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Pense nisso!

sábado, 24 de maio de 2008

MESTRE DE SI MESMO
 
- Por Frank -
http://cronicasdofrank.blogspot.com/
 
Encontrei o Equilíbrio quando trilhava o Caminho do Meio. 
 
Ele era um sujeito tranqüilo, sorridente, com os olhos brilhantes e 
andava com tanta confiança, que fiquei desconfiado; seria esse 
sujeito alguém real em que eu poderia me tornar?
 
Já havia trilhado outros caminhos e estava meio decepcionado.
 
Certa vez, trilhei o Caminho da Negação e encontrei o Cético. 
 
Convincente e seguro, ele me ensinou o poder do questionamento e como 
as pessoas acreditam em qualquer coisa, transformando-as em verdade 
absoluta, como certas lendas e contos populares que são passados, de 
geração para geração. 
 
Achei que ele tinha razão, mas aí deixei esse caminho, quando percebi 
que o Cético duvidava de tudo, menos do seu próprio ceticismo.
 
Outra vez, trilhei o Caminho do Exagero e encontrei o Fanático. 
 
Ele aparentava estar em felicidade plena, mas falava de Deus com um 
estranho brilho no olhar, que me dava medo. Dizia que Deus estava em 
tudo e que só o que precisávamos era do amor, o que me deixou mais 
confiante; mas, quando ele tentou me convencer a ser seu discípulo, 
para que eu tivesse acesso às grandes verdades do universo e me 
tornasse um escolhido a embarcar na caravana do próximo Messias, caí 
fora do barco o mais rápido que pude e voltei à minha busca.
 
Desiludido, pensei em desistir de procurar, até que encontrei o 
Equilíbrio e, por ele ser tão simples e, até certo ponto, familiar, 
desconfiei que não fosse real. 
 
Eu estava enganado. Satisfeito, perguntei se poderia caminhar com ele.
 
- Claro! - ele respondeu - Mas você está disposto a caminhar com suas 
próprias pernas e a pagar o preço?
 
- Preço?
 
- Isso mesmo. O preço de enxergar e compreender que estamos 
manifestados como seres humanos e, como tais, devemos aceitar as 
nossas limitações. Precisamos aprender a questionar certas coisas e 
aceitar outras, como parecem ser, mesmo que elas não possuam nenhuma 
lógica aparente.  
 
A mente humana é limitada e, por mais que se consiga efetuar cálculos 
avançados, quando o assunto é o coração ou a espiritualidade, mal 
sabemos a tabuada. E, ainda assim, quando aprendemos a somar um pouco 
e descobrimos que um mais um é igual ao infinito, esse resultado não 
é a verdade absoluta do universo coletivo; pelo contrário, essa soma 
nada mais é do que a SUA versão da verdade. 
 
Por isso é perigoso evangelizar o mundo com as nossas experiências, 
pois, cedo ou tarde, descobrimos que, por mais que passemos toda a 
vida tentando ser mestre dos outros, só conseguiremos, se tivermos 
sucesso, ser mestres de nós mesmos.
 
 
 
São Paulo, 09 de maio de 2008.

 

Mestre de si mesmo

quarta-feira, 21 de maio de 2008

    Além de tudo o q    u    e diz o texto abaixo. O constante envio de mensagens grandes, recheadas de musiquinhas, imagens pesadas, powerpoints gigantescos e outros penduricalhos. Além de ferirem a etiqueta e o bom senso no uso dessa ferramenta, tornam-se um verdadeiro estorvo para os usuários de conexão discada que baixam as mensagens para o micro. Um E-mail com cerca de 250kb é mais do que suficiente para ter imagens gif ou jpg e música mid. O uso criterioso dos recursos multimídia é uma imperiosa necessidade.

 

Antonio Pereira (Apon)

 

 

Etiqueta do E-mail

 

A forma correta de enviar e-mails.

 

Na sociedade em que vivemos tudo o que está ligado à rapidez, praticidade e comodidade é o que mais valoriza, pois o tempo se tornou escasso e as relações presenciais diminuíram. Para administrar melhor o tempo das pessoas, entram em cena os meios de comunicação entre os indivíduos, como por exemplo, telefone, fax, correio eletrônico, mensagens instantâneas, entre outros. Dessa forma, o serviço é otimizado, proporcionando tempo para as demais atividades.

 

O e-mail hoje é uma das formas de comunicação interpessoal mais utilizadas em nossa sociedade, foi criado para o envio de mensagens breves e simples. Por isso, antes de enviar uma mensagem pelo correio eletrônico você deve avaliar as situações a seguir: se o assunto for muito extenso, sério e/ou delicado deve-se preferir um diálogo presencial. O que deve e o que não deve ser apresentado em uma mensagem eletrônica (e-mail):

 

• Por mais breve e simples que deva ser o e-mail, é importante que tenha saudação e assinatura no início e no fim da mensagem.

 

• Quando a mensagem for mais longa, há a necessidade de que você faça uma “quebra” em várias partes, para que o texto tenha uma aparência melhor e menos confusa.

• Pode-se usar abreviaturas, mas sempre utilizando o bom-senso, em especial se a mensagem tiver como destinatário alguém com quem não tenha muita afinidade.

• Evite a utilização de emoticons, principalmente quando o e-mail estiver relacionado ao campo profissional.

 

• Sempre que preciso faça o uso do Attachements (arquivos anexados), deixando o e-mail mais compreensivo e menos extenso.

 

• Nunca envie e-mails com temas e imagens eróticas, engraçadinhas ou algo do gênero, no ambiente profissional, caso envie, comunique do que se trata no campo assunto, poupando que o destinatário abra mensagens com conteúdo impróprio em seu ambiente de trabalho ou até mesmo familiar, causando constrangimento ao mesmo.

 

• Evite repassar mensagens indiscriminadamente com piadinhas, correntes religiosas, avisos de vírus, etc. Esse tipo de mensagem é inconveniente e gera um abarrotamento da caixa de mensagem do destinatário.

 

• Efetue periodicamente a limpeza de sua caixa de lixo, e exclua as mensagens que não serão mais utilizadas.

 

• Quando enviar um e-mail com cópia, as informações contidas devem seguir para o superior na hierarquia com cópia para os demais. Com tudo, selecione os mais importantes da hierarquia da empresa e adicione-os por ordem alfabética no campo destinatário, os demais seguem no campo “com cópia” também em ordem alfabética.

 

• Podem ser enviados convites através do e-mail, mas somente no caso de uma reunião informal e/ou reunião comercial, por exemplo, reunião em casa e/ou lançamento de um livro. Lembrando de que devem ser enviados com antecedência, dando tempo para que a pessoa possa receber e se organizar para comparecer ao evento. Quando o e-mail é enviado em cima da hora, demonstra que a pessoa é desorganizada e não tem consideração para com o destinatário.

 

Siga as dicas acima e mantenha um bom relacionamento via e-mail.

 

Por Eliene Percília

Equipe Brasil Escola

 

Informática - Brasil Escola

 

http://www.brasilescola.com/informatica/etiqueta-email.htm

 



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Postado por aponarte no Para pensar e sentir em 5/21/2008 05:27:00 PM

Etiqueta do E-mail

quinta-feira, 15 de maio de 2008





A MULHER MÃE
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O mês de maio é dedicado às mães. Tudo começou nos Estados Unidos, com Anna Jarvis.
 
No segundo domingo de maio de 1907, ela resolveu transferir para todas as mães do mundo a homenagem que seus amigos prestavam para sua própria mãe, Anna Reeves Jarvis.
 
A idéia foi abraçada em nosso país em 1919, mas somente em 1932, por Decreto Presidencial, passou a se dedicar o segundo domingo de maio para se homenagear as mães.
 
O interessante, no episódio, é que alguns de nós nos recordamos que temos mãe somente no dia em que o calendário assinala.
 
E, contudo, mãe é uma personagem fundamental em nossas vidas.
 
O cineasta espanhol Pedro Almodóvar narra suas experiências com sua mãe.
 
Diz se lembrar dela em todos os momentos de sua vida. Recorda como ela era extremamente criativa. Uma pessoa de iniciativa.
 
Em uma época que viveram num pequeno povoado espanhol onde a vida era difícil, porém barata, sua mãe começou a trabalhar como leitora e escrevedora de cartas.
 
Com o que ganhava complementava o salário do marido. O menino Pedro, à época com 8 anos, começou a observar que o texto que a mãe lia não correspondia ao que estava no papel.
 
Parte ela inventava. As vizinhas nem tomavam conhecimento disso, porque o inventado era algo que preenchia aquelas vidas.
 
Ela acrescentava uma observação de carinho, de afeto que a carta não trazia.
 
Era como se ela preenchesse as lacunas das cartas para tornar aquelas vidas sofridas mais alegres.
 
Os improvisos passaram a falar mais alto para o menino Pedro. Continham uma grande lição.
 
Estabeleciam a diferença entre a ficção e a realidade e o quanto a realidade necessitava da ficção para ser completa, mais agradável, mais fácil de se viver.
 
Possivelmente por passar a olhar a vida por este ângulo, escolheu a carreira de cineasta.
 
Todos nós percebemos, às vezes somente depois que elas se vão, que as mães são extremamente importantes.
 
Não necessitam, verdadeiramente, fazer nada de especial para serem essenciais, importantes, inesquecíveis, didáticas. Elas simplesmente o são.
 
Quem não se recordará das primeiras lições aprendidas com aquela personagem única?
 
Quem não haverá de se lembrar com emoção das noites de mal estar em que ela ficou sustentando-nos o corpo contra o seu, num aconchego de carinho?
 
A primeira ida ao colégio, a mão protetora. O afago no dia da desilusão da perda de um jogo na escola.
 
O enxugar das nossas lágrimas no dia do insucesso na peça teatral, em que esquecemos o texto e vimos a turma toda a nos olhar, em expectativa.
 
* * *
 
Há sempre renúncia na mulher que opta por ser mãe. No anonimato da sua abnegação, ela permanece vigilante aos deveres assumidos com alegria junto ao filho.
 
Frutos do seu devotamento, conseguimos vencer a noite do tempo e brilhar no Mundo.
 
Enquanto as mães se multiplicarem no Mundo podemos guardar a certeza do descortinar de um futuro melhor para a Humanidade.
 
Redação do Momento Espírita, com base no artigo O último suspiro, de Pedro Almodóvar, publicada em Seleções Reader´s Digest, maio.2000 e no cap.  2 do livro Terapêutica de Emergência, de Espíritos diversos, psicografado por Divaldo Pereira Franco, ed.  Leal.
 

 
 
 



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Postado por aponarte no
Para pensar e sentir

A MULHER MÃE