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quarta-feira, 10 de agosto de 2011


Somente o necessário:
Excessos costumam ser mais prejudiciais que as faltas,

por Carlos Hilsdorf

Embora as pessoas reclamem com imensa frequência daquilo que não possuem, existe outra questão que merece toda a nossa atenção: aquilo que possuímos em excesso.

Aliás, os excessos costumam ser mais prejudiciais que as faltas, mas demoram mais para serem percebidos. As faltas nós notamos imediatamente, os excessos só quando despertam a nossa consciência.

Comemos em excesso (observe você mesmo), trabalhamos em excesso (anda cansado, não é?), guardamos coisas em excesso (dê uma olhada em suas gavetas), nos importamos em excesso com a opinião dos outros... Há um excesso de preocupações e acúmulo de “gorduras” em diversas áreas de nossas vidas.


Em geral, possuímos mais do que necessitamos para ser feliz, mas continuamos insistindo na desculpa de que não somos felizes porque nos falta alguma coisa. E de fato falta: falta assumirmos um estilo de vida mais franco, sincero e liberto.

Tudo o que temos em excesso demanda tempo e energia para ser administrado. Roupas demais, CDs demais, bagunça demais, lembranças demais (fique com as que valem a pena, pelo aprendizado ou felicidade que trouxeram), compromissos demais, pressa demais.

Todos nos beneficiaremos com a prática de determinado nível de minimalismo (sem excessos, porque isso também pode ser demais). Podemos reinventar nossa maneira de viver para viver com o necessário. Não precisa ser o mínimo necessário, pode haver algumas sobras, mas sem os exageros de costume.

Viver melhor com menos. Isso traz uma sensação de leveza e felicidade tão maravilhosa que todos devemos, ao menos, experimentar. Na melhor das hipóteses, aprendemos e adotamos um novo estilo de vida.

Quem está em processo de mudança, reconhece rápido o quanto acumulou de coisas em excesso, e aprende que pode viver tão bem, ou melhor, com muito menos!

Se vamos acampar, somos felizes apenas com uma mochila...

Liberte-se dos excessos de todo o tipo: excesso de informação (aliás, muita coisa é só ruído, nem mereceria sua atenção); excesso de produtos e serviços (consumismo é uma válvula de escape para não olharmos para nossa própria existência e para o vazio que buscamos inutilmente preencher com compras); excesso de relacionamentos (nem todos valem a pena, não é verdade?). Viva mais com menos, experimente algum nível de minimalismo. Permita-se sentir-se livre dos acúmulos e excessos.

Nada é mais gratificante que a liberdade, a sensação de que você se basta sem precisar de um arsenal de coisas, sons e cores a seu redor. Dedique-se a experimentar essa libertadora sensação. Quem sabe viver com pouco, sempre saberá viver em quaisquer situações, mas aqueles que só sabem viver com muito, nas mínimas provações e ausências sofrem e se desesperam. Esses últimos se confundiram com seus excessos... e na falta deles, não se reconhecem.

se aprendermos a viver com o que é essencial, viveremos sempre bem.

Todo excesso é energia acumulada em local inapropriado, estagnando o fluxo da vida. Excesso de excessos corresponde à falta de si mesmo. E se o que te falta é você, nada poderá preencher esse vazio...

"Dê tempo ao tempo; por mais que você queira apressar o tempo, o tempo nunca apressa o tempo certo do seu próprio tempo". (John Altmann)

Excessos


Estamos na era da globalização, da informação e de novas tecnologias. A globalização, que é o conjunto das transformações de ordem econômica, política e social, vem ocorrendo no mundo todo nas últimas décadas. Ela está centralizada na integração dos mercados e os países acabam abrindo-se ao comércio e ao capital internacional.
O processo de globalização vem acompanhado de uma intensa mudança tecnológica e as informações estão ao alcance de todos os povos através de computadores (internet), telefone, celulares, TV digital, fazendo com que haja uma homogeneização cultural entre os países.
Com a globalização ocorreram profundas mudanças e o conhecimento se expandiu. Nos últimos tempos, saímos de uma economia baseada em indústrias e entramos numa economia baseada em informações. A quantidade de informações disponíveis através dos meios de comunicações é muito grande, mas é necessário saber selecionar onde devemos investir nosso tempo, visando nosso crescimento profissional e intelectual.
Diante desta nova realidade, cada vez mais os clientes exigem produtos e serviços rápidos, aliados à qualidade e preços competitivos e as empresas buscam adequar-se para se tornarem mais competitivas, investindo em novas tecnologias e mudanças nos processos de trabalhos até hoje utilizados, e assim, o profissional se torna o sujeito e o objeto da mudança e precisa se esforçar para melhorar o desempenho e a qualidade do trabalho realizado, sem se descuidar da produtividade.
Toda essa mudança ocasionada pela globalização, acaba exigindo novas adaptações também dos colaboradores, parceiros e fornecedores das empresas. Esta busca pela melhoria contínua visa o fortalecimento da empresa e os profissionais precisam atender a estas exigências, procurando obter maior produtividade em um menor espaço de tempo e com menor custo. É a necessidade de constante aprendizado e crescimento profissional.
O profissional apto a atender às exigências e às transformações pelas quais passam as empresas detém melhores chances de sucesso. Fazer cursos, falar vários idiomas, participar de seminários são requisitos fundamentais para ser bem sucedido na carreira. Também é importante usar a criatividade, buscar formas e meios de fazer de forma diferente o que todos fazem de forma igual, e tudo isso para atingir os resultados esperados pela empresa.
Tudo está mudando numa rapidez cada vez maior e é preciso aprender sempre, adaptando-se a novas realidades!

Texto de Rosemary de Ross
Pato Branco - Paraná.
http://www.rosemaryross.com.br/


A globalização e o mercado de trabalho